Eu acredito que uma boa consulta não é aquela em que o médico fala mais. É aquela em que a paciente se sente verdadeiramente escutada.
Na reprodução humana, muitas respostas estão na história que cada mulher compartilha. Por isso, valorizo uma escuta atenta, o tempo necessário para compreender cada contexto e a construção de um plano que faça sentido para aquele momento de vida.
Meu papel é transformar um período de dúvidas e incertezas em uma jornada mais organizada, segura e consciente. Acredito que, quando a paciente entende suas possibilidades e participa das decisões, ela atravessa esse processo com muito mais tranquilidade.
Foi essa forma de cuidar que me levou, junto com as minhas sócias, a criar a Joy: um espaço onde cada história é acolhida com atenção, cada decisão é construída com clareza e cada jornada é conduzida de forma individualizada.